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Home Notícias Política

Delator diz que pagou propina de R$ 5 milhões a Eduardo Cunha

17 de julho de 2015
in Política

EDUARDO CUNHA/ENTREVISTA
O empresário da Toyo Setal e delator da Operação Lava Jato, Júlio Camargo, disse ao juiz Sergio Moro nesta quinta-feira (16) que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediu propina de US$ 5 milhões em um contrato de navios-sonda da Petrobras.
No depoimento, prestado em Curitiba, Camargo disse que o pedido de propina teria ocorrido pessoalmente, em uma reunião no Rio.
É a primeira vez que Camargo, cujo acordo de delação premiada foi homologado em dezembro do ano passado, cita Eduardo Cunha como destinatário da propina.
A informação foi antecipada pelo jornal “O Globo” na tarde desta quinta.
O nome de Eduardo Cunha surgiu quando o delator respondia ao juiz Sergio Moro se vinha sendo pressionado a pagar propina por Fernando Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB em contratos com a Petrobras.
Camargo contou que procurou Baiano para intermediar um encontro com Eduardo Cunha por causa de requerimentos apresentados na Câmara dos Deputados contra ele, Camargo, e contra a empresa Mitsui.
Pelo relato de Camargo, Cunha teria dito que havia um débito “entre você e o Fernando Baiano”, quando então pediu US$ 5 milhões, relativos a um contrato de navios-sonda com a Petrobras.
“Tivemos um encontro o deputado Eduardo Cunha, Fernando Soares e eu. Eu fui bastante apreensivo. O deputado Eduardo Cunha é conhecido como uma pessoa agressiva, mas confesso que comigo foi extremamente amistoso dizendo que ele não tinha nada pessoal contra mim, mas que havia um débito meu com o Fernando do qual ele era merecedor de US$ 5 milhões”, relatou Camargo.
“E que isso [o débito com o operador da propina] estava atrapalhando, porque estava em véspera de campanha, se não me engano era uma campanha municipal, e que ele tinha uma série de compromissos e que eu vinha alongando esse pagamento há bastante tempo e que ele não tinha mais condição de aguardar”, continuou.
O delator quando foi subitamente interrompido pelo juiz Sergio Moro, dizendo que o tema já era objeto de investigação na Procuradoria-Geral da República e que não deviam detalhar o assunto para não prejudicar a apuração em curso em Brasília.
Julio Camargo então contou que procurou o doleiro Alberto Youssef para tentar contornar o problema criado com o deputado peemedebista.

empresário Júlio Camargo detonou Eduardo Cunha
empresário Júlio Camargo detonou Eduardo Cunha

“O Youssef era sempre uma pessoa presente nas minhas operações. Mas foi nesse caso, foi aí que o chamei no caso das sondas porque até então o Fernando Soares indicava as contas nas quais eu devia fazer os depósitos e eu fazia esses depósitos a pedido dele”, disse.
“Quando veio essa emergência, chamei Alberto, uma pessoa com quem eu tinha um relacionamento de dia a dia e confiança, e senão me engano, até pedi o Alberto se ele conhecia o deputado Eduardo Cunha e eu que estava com problema com o deputado Eduardo Cunha”, relatou.
A “emergência”, segundo o delator, era que o pagamento Eduardo Cunha não aceitou que se pagasse apenas a parte dele.
“Me organizei porque o deputado Eduardo Cunha não aceitou que eu pagasse somente a parte dele. Ele me disse: “Olha, Júlio, não aceito que pague só a minha parte. Pode até pagar o Fernando mais dilatado, mas o meu eu preciso rapidamente, mas faço questão de você incluir no acordo ainda aquilo que você falta pagar o Fernando e aí chegou entre US$ 8 a 10 milhões”, disse Camargo.
Uma parte do pagamento da propina ao peemedebista, segundo Camargo, foi feita através do dólar-cabo, uma operação clandestina e ilegal de câmbio e de remessas de recursos.
Segundo Camargo, ele fez depósitos em uma conta de Alberto Youssef no exterior e o doleiro, através de sua empresa GFD Investimentos, repassou reais no Brasil. A operação ajudou Camargo, que estava com problemas de liquidez no país, levantar rapidamente dinheiro vivo para pagar o suborno.
“Eu paguei através de depósitos ao Alberto no exterior, paguei através de operações com a GFD. Parte daqueles recursos foram utilizados para dar liquidez em reais a serem feitos pagos esses pagamentos. Fiz pagamentos diretos as empresas de seu Fernando Soares”, contou.

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