‘Não abro mão da minha cervejinha’, revela atriz Paolla Oliveira


Uma conversa sobre corpo, empoderamento feminino e até cerveja. Quando o assunto é carnaval, Paolla Oliveira, 40 anos, vai muito além das temáticas clássicas que costumam permear os papos com as rainhas de bateria.

A majestade da Acadêmicos do Grande Rio, que é símbolo sexual, admirada e desejada, é ciente de todos esses rótulos, mas, sempre que pode, tenta fugir dos estereótipos e das armadilhas que eles criam.

Recentemente, ela fez vídeo explicando que uma pretensa barriguinha que exibia não era de gravidez. “Nem toda barriga é de bebê”, disse na época aos seguidores que especulavam.

“É muito difícil quebrar de uma vez todos os padrões a que fomos submetidas sem se dar conta. Respondi, me senti ótima e muito especial por não ser perfeita”, diz a mulher que já se sentiu insegura e inadequada com suas formas.

“Era como se devesse algo mesmo quando estava me sentindo bem e feliz. Hoje estou redescobrindo beleza e sensualidade alicerçadas não somente na minha autoimagem, mas também na minha autoconfiança. Cada passo dado me aproxima mais da segurança de bancar quem sou, minhas características, personalidade e sim, a beleza e sensualidade que enxergo em mim”, diz.

“Minha fantasia vai ser feita pela Michely X mais um ano com supervisão do Marcell Maia. Está muito de acordo com um ponto importante da história do homenageado, acho ela bastante atual”, diz sobre o enredo deste ano que homenageia o cantor Zeca Pagodinho.

E por falar em Zeca, Paolla diz que se identifica com o cantor na paixão pela cerveja, mas que é mais de agir.

“Meu lado Zeca Pagodinho está em não abrir mão da minha cervejinha! No mais, prefiro mais levar a vida, do que deixar ela me levar”, diz.

Do g1