
Uma entrevista concedida pelo senador José Maranhão ao jornalista Gutemberg Cardoso, neste final de semana, admitindo aliança política do PMDB com o PSDB reacendeu as especulações em torno da possibilidade da união dos grupos Paulino e Toscano já para as eleições municipais que se aproximam.
“Na política e no amor, não raro acontece a união dos contrários, por conta de toda essa situação nacional, há hoje uma abertura nas relações do PMDB com o PSDB, mas se isso vai resultar em uma aliança, só o tempo vai dizer”, disse maranhão ao ser perguntado sobre aliança.
Em Guarabira, os deputados Raniery Paulino (PMDB) e Camila Toscano, herdeiros do espólio política das duas famílias, já fazem parceria na bancada oposicionista na Assembleia Legislativa. Raniery se candidatou a vice-presidente da AL e foi votado por Camila, mas acabou perdendo a disputa.
O ex-governador Roberto Paulino se irrita quando alguém fala em união com Zenóbio Toscano, mas as coisas podem mudar. Paulino é liderado por José Maranhão e Zenóbio Toscano segue a liderança de Cássio Cunha Lima. Havendo o entendimento dos dois senadores, basta apenas marcar a data para sacramentar o “casamento político”. O rompimento em Guarabira se deu justamente por causa da briga de Ronaldo Cunha Lima e José Maranhão, no episódio do Clube Campestre. Com o retorno da convivência política de Maranhão com Cunha Lima, naturalmente, Toscano e Paulino também podem fazer o mesmo caminho.




