Marcelo Bandeira se reúne com diretora do INSA em comunidade rural de Guarabira

Na manhã deste domingo (12) as comunidades do Quati e Mata Limpa, localizadas na zona rural de Guarabira-PB, receberam a visita da Dra. Mônica Tejo, diretora do Instituto Nacional do Semiárido. O encontro teve o objetivo de discutir com os moradores as potencialidades econômicas para implementação de projetos que sirvam de âncora para o desenvolvimento sustentável das localidades.

A reunião, que ocorreu à sombra árvores numa praça, em razão de não existir sede da associação, foi articulada pelo vereador Marcelo Bandeira (PDT) e a presidente da Associação de Moradores, Márcia Helena, a partir de demanda apresentada aos gabinetes do deputado federal Murilo Galdino (Republicanos) e do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que se fizeram representar por assessores, impossibilitados que estavam de comparecer.

De acordo com a presidente da Associação de Moradores do Quati e Mata Limpa, Márcia Helena, considerou que foi um encontro proveitoso e espera que projetos em benefício da comunidade sejam atendidos tanto pelo Estado quanto pelo Governo Federal.

“Foi uma reunião produtiva, agradeço a presença de todos de estarem aqui num domingo de manhã e vamos todos lutar pelos projetos da comunidade, os pequenos agricultores familiares. Espero que nossas autoridades consigam ver com bons olhos os pequenos agricultores e quem possam fazer o melhor por nós”, disse Márcia.

Acompanhada de sua equipe técnica, a diretora do INSA, Dra. Mônica Tejo, disse que o primeiro passo é saber o que a comunidade produz para a partir de então fazer os encaminhamentos dos projetos para fomentar essa produção com toda a expertise do INSA.

“Nós vamos fazer um mapeamento da vocação produtiva, quantas pessoas são, o que fazem, se é psicultura, se é avicultura, se é fruticultura. A gente pode incentivar vocês a criar galinha se passaram vida inteira plantando banana. A gente precisa ter essa conversa e entender o que realmente todo mundo pode produzir. Foi isso que a gente já fez com mais de 40 comunidades, não é a primeira vez que a gente vem numa comunidade para negociar o que se pode fazer mais na frente”, destacou Mônica.

A diretora do INSA, em sua fala à comunidade, registrou o apoio que tem recebido do senador Venziano, que tem encaminhado emendas para implementação de projetos e ao deputado Murilo Galdino, que tem colocado seu gabinete à disposição para oferecer apoio a demandas das comunidades rurais de Guarabira.

Vereador em seu quarto mandato consecutivo, quem tem sido ao longo dos anos um defensor da zona rural, comemorou frutos já colhidos a partir da luta dos trabalhadores com a conquistas de cisternas e abastecimento singelo.

“Nós já estivemos recentemente nesta mesma comunidade e a gente já pode colher frutos. A comunidade do Quati já está prestes a receber 36 cisternas através do Cooperar, assim como a comunidade de Serrinha vai estar recebendo o abastecimento singelo através de poços artesianos”, disse Bandeira.

O parlamentou afirmou que a presença da diretora do INSA foi um passo inicial para que as comunidades possam receber benefícios relevantes, justamente por estar na área do semiárido, o que ainda não ocorreu.

“A gente pode trazer hoje a diretora do INSA, Mônica Tejo, principalmente para ela conhecer Guarabira e especificamente as comunidades de Quati e Mata Limpa. Guarabira é semiárido, é uma conquista recente e até a gora a gente recebeu benefícios e o Instituto tem muitas ações direcionadas a esse público do semiárido. Foi um passo inicial e já convidei ela para a próxima reunião do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Guarabira e agente espera colher frutos num futuro próximo”, destacou Marcelo.

Durante a reunião, moradores relataram as dificuldades encontradas de acesso no período chuvoso. Marcelo revelou que já apresentou uma emenda modificativa ao orçamento do município no valor de R$ 300 mil para calçamento na zona rural. O vereador disse que depende da gestão municipal a execução do orçamento priorizando a comunidade.

Relatos dos que na comunidade residem, apontam que durante o inverno estudantes ficam sem transporte escolar, os profissionais de saúde não conseguem chegar ao posto de saúde e parte da produção não consegue ser escoda porque as estradas ficam praticamente intransitáveis.