
Um dia depois de questionar o resultado das urnas, o presidente do Partido Liberal, Valdemar da Costa Neto, convocou, nesta quarta-feira (23/11), uma nova coletiva de imprensa para reforçar as críticas ao atual sistema eleitoral.
“Nós fizemos esse levantamento porque toda eleição tem que ser segura. O voto não pode ter dúvidas. O voto tem que ser seguro, e se isso for uma mancha na nossa democracia nos temos que resolver isso agora. É um problema muito sério. Como podemos viver com o fantasma das eleições de 2022?”, questionou.
O dirigente partidário também argumentou que a solicitação à Justiça Eleitoral visa anular somente os votos proferidos no 2º turno para evitar “grave tumulto processual”.
Embora documento encaminhado pela Coligação Pelo Bem do Brasil, composta pelo PL, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alegue haver “desconformidades irreparáveis no funcionamento das urnas”, nesta quarta, Valdemar da Costa Neto, afirmou ter apresentado ao TSE “indícios de problemas” e disse ter direito de fazer tal questionamento, conforme previsto em lei.
Valdemar afirmou que para questionar o primeiro turno, teria que envolver um grande número de candidatos e de partidos. Por isso, o PL considerou mais viável apontar os supostos erros inicialmente no segundo turno.
“A mídia em geral fez entender que não temos uma prova de mau funcionamento das urnas publicadas ontem. A Lei Geral das Eleições (Resolução 23.673, artigo 51) diz: as entidades fiscalizadoras poderão solicitar verificação extraordinária após o pleito desde que sejam relatados fatos e apresentados indícios”, afirmou Costa Neto em coletiva.




