Ciro Gomes faz campanha em Campina Grande ao lado de Pedro

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) cumpriu agenda de campanha na manhã desta sexta-feira (16) na Paraíba, onde visitou Campina Grande e foi acompanhado por Pedro Cunha Lima, candidato do PSDB ao governo do Estado.

Durante ato eleitoral, Ciro elogiou o tucano, afirmando que se fosse eleitor paraibano votaria em Pedro.

“Se eu tivesse a honra e o privilégio de ser eleitor na Paraíba, eu votava em Pedro Cunha Lima, porque essa é a hora da mudança segura, da tradição com a cabeça no futuro”, declarou.

Ciro também pediu votos para o candidato do partido ao Senado na Paraíba, André Ribeiro.

“Chego na terra desse companheiro que é talvez o meu militante mais inteligente e olha que minha militância é a mais politizada e preparada do Brasil. Eu estou falando dele, que topou a luta contra o sistema, sem dinheiro, mais com inteligência privilegiada para ser a voz da Paraíba no Senado Federal, companheiro André”, disse.

Em outro trecho de seu discurso, disse que sua candidatura é uma opção à polarização do país: “A política não pertence aos políticos, mas ao povo. E de tempos em tempos, precisamos reunir todo mundo para a gente botar defeito nos problemas e deixar livremente que com a benção de Deus aquele cabra ou aquela cabra vai governar e quem vai pastorar. Eu não me vendo. Não sou candidato porque é fácil e nem porque sou favorito. Sou candidato porque é necessário e porque o Brasil não aguenta mais ‘mais do mesmo’”.

Durante a visita, Pedro enalteceu a trajetória política e administrativa de Ciro Gomes. “Quero ser para a Paraíba o governador que Ciro foi para o Ceará. Um trabalho dedicado, disciplinado, com entrega, com esforços. Nós que acompanhamos sua trajetória na nossa cidade, em Campina Grande, em solo paraibano, aplaudimos por tudo que você já vem fazendo. É um grande brasileiro, que me inspira”, disse.

Ciro ainda defendeu investimentos para o desenvolvimento econômico do país. “Precisamos refinanciar a dívida estrangulada de 6 milhões de empresas. O Brasil está condenando seu comércio e indústria à falência generalizada. Tenho o projeto de refinanciar todo o passivo das empresas, isso tira a corda do pescoço. Porém preciso fazer com que da porta para trás o freguês possa comprar de novo, preciso refinanciar as dívidas das famílias, que dá conta de 66,6 milhões pessoas que estão proscritas no crédito por estarem no SPC”, destacou Ciro.