A PGR pediu hoje (24) a Alexandre de Moraes acesso ao teor da investigação sobre oito empresários bolsonaristas acusados de compartilhar mensagens golpistas em um grupo de WhatsApp, afirmando que até agora o órgão não tem conhecimento do teor integral da apuração, informa O Globo.
Em sua manifestação, a número 2 de Augusto Aras, Lindôra Araújo (foto), criticou a atuação do ministro do STF no caso, por não ter aguardado um posicionamento da PGR antes de determinar as medidas cautelares.
Na terça (23), conforme publicamos, a PGR divulgou nota dizendo não ter sido informada da operação contra os empresários; mais tarde, Moraes rebateu afirmando que a citação havia sido feita pessoalmente na assessoria da PGR no Supremo e na vice-PGR.
“É absolutamente inviável que medidas cautelares restritivas de direitos fundamentais, que não constituem um fim em si mesmas, sejam decretadas sem prévio pedido e mesmo sem oitiva do Ministério Público Federal. Ora, é o Parquet quem deve verificar a necessidade/utilidade das medidas cautelares, aferindo-o sob uma ótica de viabilidade para a persecução penal”, escreveu a vice-PGR na manifestação.
Fonte: O Antagonista





